quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Circuito Automóvel de Vila Real, 1950
Circuito Automóvel de Vila Real, 1950
sábado, 29 de janeiro de 2011
O Homem de Ferro
Na próxima segunda-feira, 31 de Janeiro, às 22h00, no Pequeno Auditório do Teatro de Vila Real, o Museu do Som e da Imagem promove mais uma sessão do ciclo Cinema sem Pipocas.
O HOMEM DE FERRO
Ano: 1981
Realização: Andrzej Wajda
Realização: Andrzej Wajda
No seu processo de pesquisa em O Homem de Mármore, filme que antecede O Homem de Ferro, a personagem Agnieszka encontra o filho de Mateusz Birkut, Maciej, trabalhador do estaleiro de Gdansk e membro do Comité de Greve Solidariedade. Com grande mestria, este filme alia a arte a uma crítica aberta à mentira, à submissão e à violência. O Homem de Ferro, como antes dele O Homem de Mármore, conduz-nos à constatação de que a luta pela verdade é intemporal e independente de épocas ou regimes políticos vigentes.
Filme apresentado em colaboração com o Departamento de Letras, Artes e Comunicação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, com o apoio da Embaixada da Polónia.
Bilhetes: 5 euros
Com desconto: 3,5 euros
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
Bairro de Santa Margarida
Vila Real, 1960

Uma ceia de 1.º de Dezembro
1960
Fotógrafo: Aquiles de Almeida (1902-1983)
Fotógrafo: Aquiles de Almeida (1902-1983)
1960
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O fotógrafo amador Aquiles de Almeida, funcionário público, foi um importante coleccionador vila-realense. Dedicou-se ainda, para além da fotografia, aos Bombeiros da Cruz Branca, ao associativismo e ao teatro amador. Foi durante muitos anos o ensaiador principal dos saraus do 1.º de Dezembro.
Limpa-neves na Serra do Marão
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Cinema sem Pipocas

(Clique na imagem para aumentar)
Quinta-feira, 20 de Janeiro, às 15h00 e às 22h00, no Grande Auditório do Teatro de Vila Real, o Museu do Som e da Imagem promove duas sessões do ciclo Cinema sem Pipocas.
Filme do Desassossego
Com a presença do realizador João Botelho
Lisboa, hoje. Um quarto de uma casa na Rua dos Douradores. Um homem inventa sonhos e estabelece teorias sobre eles. A própria matéria dos sonhos torna-se física, palpável, visível. O próprio texto torna-se matéria na sua sonoridade musical. E, diante dos nossos olhos, essa música sentida nos ouvidos, no cérebro e no coração espalha-se pela rua onde vive, pela cidade que ele ama acima de tudo e pelo mundo inteiro. Filme desassossegado sobre fragmentos de um livro infinito e armadilhado, de uma fulgurância quase demente mas de genial claridade. O momento solar de criação de Fernando Pessoa. A solidão absoluta e perfeita do EU, sideral e sem remédio. Deus sou eu!, também escreveu Bernardo Soares.
FILME DO DESASSOSSEGO
Uma produção de Ar de Filmes
Filme apoiado por: Ministério da Cultura/ICA / Câmara Municipal de Lisboa / Fundação Calouste Gulbenkian / Rádio e Televisão de Portugal
Com: Cláudio da Silva e Alexandra Lencastre, Ana Moreira, André Gomes, António Pedro Cerdeira, Carlos Costa, Catarina Wallenstein, Dinis Gomes, Filipe Vargas, José Eduardo, Luísa Cruz, Manuel João Vieira, Marcello Urgeghe, Margarida Vila-Nova, Miguel, Miguel Moreira, Mónica Calle, Paulo Filipe, Pedro Lamares, Ricardo Aibéo, Rita Blanco, Rui Morisson, Sofia Leite,Suzana Borges.
Adaptado do Livro do Desassossego, de Bernardo Soares/Fernando Pessoa
Com música de: Caetano Veloso, Carminho, Lula Pena, Ricardo Ribeiro e a Ópera “Marcha fúnebre para o rei Luís Segundo da Baviera”, de Eurico Carrapatoso, com interpretação de Angélica Neto e Elsa Cortez
Fotografia: João Ribeiro
Som: Francisco Veloso
Direcção Artística: Sílvia Grabowski
Caracterização: Sano de Perpessac
Montagem: João Braz
Mistura de Som: João Eleutério e Paulo Abelho
Assistência de Realização: Paulo Guilherme
Direcção de Produção: Diana Coelho
Produtor: Alexandre Oliveira
Argumento e Realização: João Botelho
www.ardefilmes.org/filmedodesassossego.html
Classificação: M/12
Duração: 90 min.
Bilhetes: 6 euros
Estudantes: 5 euros
Estudantes: 5 euros
sábado, 15 de janeiro de 2011
Plateia do Teatro Avenida
Vila Real: Avenida Carvalho Araújo
Igreja de S. Domingos
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Telefone estanque Ericsson
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Vila Real: Praça Luís de Camões
Avenida Carvalho Araújo: fogo-de-artifício
Vila Real: Avenida Carvalho Araújo
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Telefone de parede Ericsson
Marca: ERICSSON
Modelo: DAN 1002
País de origem: SUÉCIA
Data: c. 1938
Doação: Luís Filipe Carvalho Costa
Inventário: MSI-P0068
Telefone comutador Ericsson
Marca: ERICSSON
Modelo: DBH
País de origem: SUÉCIA
País de origem: SUÉCIA
Data: Década de 1950
Inventário: MSI-P0067
Inventário: MSI-P0067
sábado, 8 de janeiro de 2011
Cinema sem Pipocas

(Clique na imagem para ampliar)
A 10 e a 31 de Janeiro, segundas-feiras, às 22h00, no Pequeno Auditório do Teatro de Vila Real, o Museu do Som e da Imagem promove mais duas sessões do ciclo Cinema sem Pipocas, O Homem de Mármore e O Homem de Ferro, com o apoio da Embaixada da Polónia.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Vila Real: Avenida Carvalho Araújo
Vila Real: Largo Almeida Garrett
Vila Real: Largo Almeida Garrett
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Cadernos do Museu do Som e da Imagem
Vila Real: Cabo da Vila e Rua Direita
sábado, 18 de dezembro de 2010
Quartel do Regimento de Infantaria 13
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Memórias dos Bombeiros Voluntários

(Clique na imagem para ampliar)
Na altura em que se comemoram os 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde, está patente no Museu do Som e da Imagem a exposição Memórias dos Bombeiros Voluntários, reunindo dezenas de fotografias, peças e alguns filmes. Entretanto, foi lançado o n.º 7 dos Cadernos do Museu do Som e da Imagem, que também funciona como catálogo da exposição.
No primeiro dia de 1891, em ambiente de festa, Avelino Arlindo da Silva Patena funda formal e publicamente a corporação dos Bombeiros Voluntários de Vila Real. O processo começara quase um ano antes, altura em que António Gomes Névoa promovera uma reunião de vila-realenses na sala de audiências do tribunal «para se tratar da organização de um corpo de bombeiros voluntários». Em todo o caso, Avelino Patena, também presidente da Câmara Municipal de Vila Real, apaixona-se pela ideia desde que ela germina. Como alguns anos mais tarde se reconheceria, pese embora algum exagero, foi «a corporação dos Bombeiros Voluntários levantada pelo esforço arrojado de um só homem, que se sentiu arrastado por um impulso nobre».
Do seu bolso, Avelino Patena adianta o dinheiro necessário para a aquisição dos fardamentos e do material (incluindo o carro de ferramentas e a bomba Jauck, que serviria durante mais de cinco décadas, ainda hoje uma espécie de ex-libris da corporação). A Câmara Municipal, a que então presidia, compromete-se a liquidar metade de todas estas avultadas despesas, ficando previsto o pagamento do restante por subscrição pública. No entanto, dissolvida a Câmara por razões políticas quatro meses depois (sequelas também da malograda revolta republicana de 31 de Janeiro), Patena não chegaria a receber o dinheiro, razão que terá estado na origem da sua ruptura financeira. Mas isso já é outra história.
De então para cá, nos bons e nos maus momentos, a corporação dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde foi sempre uma presença constante e um elemento indispensável na vida da comunidade, como também se vê através destas imagens.
Até 28 de Fevereiro de 2011, a exposição estará aberta ao público, todos os dias, no horário de funcionamento do Museu, entre as 14h00 e as 24h00. A entrada é gratuita.
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