quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Serviço Educativo

Com a turma 9.º C, da Escola Diogo Cão.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Circuito Automóvel de Vila Real, 1950


Nunes dos Santos, em Adler
Fotógrafo: António Fernandes Rodrigues de Magalhães (1926-1998)
25 de Junho de 1950
Prova fotográfica, gelatina e sais de prata
Inventário: MSI-AA-F0204

Circuito Automóvel de Vila Real, 1950


Vasco Sameiro, em Ferrari
Fotógrafo: António Fernandes Rodrigues de Magalhães (1926-1998)
25 de Junho de 1950
Prova fotográfica, gelatina e sais de prata
Inventário: MSI-AA-F0203

Lavadeiras no Rio Corgo


Vila Real: lavadeiras no Rio Corgo
Fotógrafo não identificado
1907
Fototipia
Inventário: MSI-AA-F0189

sábado, 29 de janeiro de 2011

O Homem de Ferro


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Na próxima segunda-feira, 31 de Janeiro, às 22h00, no Pequeno Auditório do Teatro de Vila Real, o Museu do Som e da Imagem promove mais uma sessão do ciclo Cinema sem Pipocas.

O HOMEM DE FERRO
Ano: 1981
Realização: Andrzej Wajda

No seu processo de pesquisa em O Homem de Mármore, filme que antecede O Homem de Ferro, a personagem Agnieszka encontra o filho de Mateusz Birkut, Maciej, trabalhador do estaleiro de Gdansk e membro do Comité de Greve Solidariedade. Com grande mestria, este filme alia a arte a uma crítica aberta à mentira, à submissão e à violência. O Homem de Ferro, como antes dele O Homem de Mármore, conduz-nos à constatação de que a luta pela verdade é intemporal e independente de épocas ou regimes políticos vigentes.

Filme apresentado em colaboração com o Departamento de Letras, Artes e Comunicação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, com o apoio da Embaixada da Polónia.

Bilhetes: 5 euros
Com desconto: 3,5 euros

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Uma visita de estudo ao Museu


Alunos da turma 12.º D, da Escola Secundária de S. Pedro

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Visita virtual ao Museu do Som e da Imagem

Clique na imagem para iniciar a visita virtual ao Museu.
Concepção de Ricardo Pedrosa Macedo.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Bairro de Santa Margarida


Vila Real: Bairro de Santa Margarida
Fotógrafo: Miguel Monteiro (1894-1977)
C. 1920
Fototipia
Inventário: MSI-AA-F0185

Vila Real, 1960



Uma ceia de 1.º de Dezembro
1960
Fotógrafo: Aquiles de Almeida (1902-1983)
1960
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O fotógrafo amador Aquiles de Almeida, funcionário público, foi um importante coleccionador vila-realense. Dedicou-se ainda, para além da fotografia, aos Bombeiros da Cruz Branca, ao associativismo e ao teatro amador. Foi durante muitos anos o ensaiador principal dos saraus do 1.º de Dezembro.

Limpa-neves na Serra do Marão


Limpa-neves na Serra do Marão
Fotógrafo: José Manuel Borges Júnior (1892-1973)
1949
Prova fotográfica, gelatina e sais de prata
Inventário: MSI-AA-F0167

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O Museu fora de portas


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Até ao dia 3 de Fevereiro, o Museu do Som e da Imagem promove no Centro Comercial Dolce Vita Douro a exposição "Memórias do Bairro de Santa Margarida".

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Cinema sem Pipocas



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Quinta-feira, 20 de Janeiro, às 15h00 e às 22h00, no Grande Auditório do Teatro de Vila Real, o Museu do Som e da Imagem promove duas sessões do ciclo Cinema sem Pipocas.

Filme do Desassossego
Com a presença do realizador João Botelho

Lisboa, hoje. Um quarto de uma casa na Rua dos Douradores. Um homem inventa sonhos e estabelece teorias sobre eles. A própria matéria dos sonhos torna-se física, palpável, visível. O próprio texto torna-se matéria na sua sonoridade musical. E, diante dos nossos olhos, essa música sentida nos ouvidos, no cérebro e no coração espalha-se pela rua onde vive, pela cidade que ele ama acima de tudo e pelo mundo inteiro. Filme desassossegado sobre fragmentos de um livro infinito e armadilhado, de uma fulgurância quase demente mas de genial claridade. O momento solar de criação de Fernando Pessoa. A solidão absoluta e perfeita do EU, sideral e sem remédio. Deus sou eu!, também escreveu Bernardo Soares.


FILME DO DESASSOSSEGO
Uma produção de Ar de Filmes

Filme apoiado por: Ministério da Cultura/ICA / Câmara Municipal de Lisboa / Fundação Calouste Gulbenkian / Rádio e Televisão de Portugal

Com: Cláudio da Silva e Alexandra Lencastre, Ana Moreira, André Gomes, António Pedro Cerdeira, Carlos Costa, Catarina Wallenstein, Dinis Gomes, Filipe Vargas, José Eduardo, Luísa Cruz, Manuel João Vieira, Marcello Urgeghe, Margarida Vila-Nova, Miguel, Miguel Moreira, Mónica Calle, Paulo Filipe, Pedro Lamares, Ricardo Aibéo, Rita Blanco, Rui Morisson, Sofia Leite,Suzana Borges.

Adaptado do Livro do Desassossego, de Bernardo Soares/Fernando Pessoa

Com música de: Caetano Veloso, Carminho, Lula Pena, Ricardo Ribeiro e a Ópera “Marcha fúnebre para o rei Luís Segundo da Baviera”, de Eurico Carrapatoso, com interpretação de Angélica Neto e Elsa Cortez

Fotografia: João Ribeiro
Som: Francisco Veloso
Direcção Artística: Sílvia Grabowski
Caracterização: Sano de Perpessac
Montagem: João Braz
Mistura de Som: João Eleutério e Paulo Abelho
Assistência de Realização: Paulo Guilherme
Direcção de Produção: Diana Coelho
Produtor: Alexandre Oliveira
Argumento e Realização: João Botelho

www.ardefilmes.org/filmedodesassossego.html

Classificação: M/12
Duração: 90 min.
Bilhetes: 6 euros
Estudantes: 5 euros

sábado, 15 de janeiro de 2011

Plateia do Teatro Avenida


Plateia do Teatro Avenida, Vila Real
Fotógrafo não identificado
C. 1950
Prova fotográfica, gelatina e sais de prata
Inventário: MSI-AA-F0166

Vila Real: Avenida Carvalho Araújo


Vila Real: Avenida Carvalho Araújo
Fotógrafo: Marius (Mário Rodrigues da Silva, 1905-1983)
11 de Fevereiro de 1960
Prova fotográfica, gelatina e sais de prata
Inventário: MSI-AA-F0149

Igreja de S. Domingos


Igreja de S. Domingos, Sé de Vila Real
Fotógrafo: Marius (Mário Rodrigues da Silva, 1905-1983)
C. 1955
Prova fotográfica, gelatina e sais de prata
Inventário: MSI-AA-F0143

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Telefone estanque Ericsson



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Marca: ERICSSON
Modelo: 4520
País de origem: SUÉCIA
Data: c. 1960
Doação: Luís Filipe Carvalho Costa
Inventário: MSI-P0069

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Vila Real: Praça Luís de Camões


Vila Real: Praça Luís de Camões
Fotógrafo: Marius (Mário Rodrigues da Silva, 1905-1983)
C. 1953
Prova fotográfica, gelatina e sais de prata
Inventário: MSI-AA-F0140

Avenida Carvalho Araújo: fogo-de-artifício


Vila Real: Avenida Carvalho Araújo
Fotógrafo: Marius (Mário Rodrigues da Silva, 1905-1983)
C. 1952
Prova fotográfica, gelatina e sais de prata
Inventário: MSI-AA-F0138

Vila Real: Avenida Carvalho Araújo



Vila Real: Avenida Carvalho Araújo
Fotógrafo: Marius (Mário Rodrigues da Silva, 1905-1983)
C. 1950
Prova fotográfica, gelatina e sais de prata
Inventário: MSI-AA-F0135

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Telefone de parede Ericsson

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Marca: ERICSSON
Modelo: DAN 1002
País de origem: SUÉCIA
Data: c. 1938
Doação: Luís Filipe Carvalho Costa
Inventário: MSI-P0068

Telefone comutador Ericsson

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Marca: ERICSSON
Modelo: DBH
País de origem: SUÉCIA
Data: Década de 1950
Inventário: MSI-P0067

sábado, 8 de janeiro de 2011

Memórias dos Bombeiros Voluntários

Cinema sem Pipocas


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A 10 e a 31 de Janeiro, segundas-feiras, às 22h00, no Pequeno Auditório do Teatro de Vila Real, o Museu do Som e da Imagem promove mais duas sessões do ciclo Cinema sem Pipocas, O Homem de Mármore e O Homem de Ferro, com o apoio da Embaixada da Polónia.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Vila Real: Avenida Carvalho Araújo

Vila Real: Avenida Carvalho Araújo
Fotógrafo: Marius (Mário Rodrigues da Silva, 1905-1983)
C. 1950
Negativo em placa de vidro
Inventário: MSI-AA-F0134

Vila Real: Largo Almeida Garrett

Vila Real: Largo Almeida Garrett
Fotógrafo: Miguel Monteiro (1894-1977)
Década de 1920
Fototipia
Inventário: MSI-AA-F0101

Vila Real: Largo Almeida Garrett


Vila Real: Largo Almeida Garrett
Fotógrafo: Miguel Monteiro (1894-1977)
Década de 1930
Fototipia
Inventário: MSI-AA-F0099

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Cadernos do Museu do Som e da Imagem

Cadernos do Museu do Som e da Imagem (n.º 7) Memórias dos Bombeiros Voluntários:
Nos 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde
Com 49 fotografias

Vila Real: Cabo da Vila e Rua Direita


Vila Real: Cabo da Vila e Rua Direita
Fotógrafo não identificado
1907
Fototipia
Inventário: MSI-AA-F0097

sábado, 18 de dezembro de 2010

Quartel do Regimento de Infantaria 13




Vista aérea do Quartel do Regimento de Infantaria 13
Fotógrafo não identificado
1952
Prova fotogáfica, gelatina e sais de prata
Inventário: MSI-AA-F0091

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Memórias dos Bombeiros Voluntários

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Na altura em que se comemoram os 120 anos dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde, está patente no Museu do Som e da Imagem a exposição Memórias dos Bombeiros Voluntários, reunindo dezenas de fotografias, peças e alguns filmes. Entretanto, foi lançado o n.º 7 dos Cadernos do Museu do Som e da Imagem, que também funciona como catálogo da exposição.

No primeiro dia de 1891, em ambiente de festa, Avelino Arlindo da Silva Patena funda formal e publicamente a corporação dos Bombeiros Voluntários de Vila Real. O processo começara quase um ano antes, altura em que António Gomes Névoa promovera uma reunião de vila-realenses na sala de audiências do tribunal «para se tratar da organização de um corpo de bombeiros voluntários». Em todo o caso, Avelino Patena, também presidente da Câmara Municipal de Vila Real, apaixona-se pela ideia desde que ela germina. Como alguns anos mais tarde se reconheceria, pese embora algum exagero, foi «a corporação dos Bombeiros Voluntários levantada pelo esforço arrojado de um só homem, que se sentiu arrastado por um impulso nobre».

Do seu bolso, Avelino Patena adianta o dinheiro necessário para a aquisição dos fardamentos e do material (incluindo o carro de ferramentas e a bomba Jauck, que serviria durante mais de cinco décadas, ainda hoje uma espécie de ex-libris da corporação). A Câmara Municipal, a que então presidia, compromete-se a liquidar metade de todas estas avultadas despesas, ficando previsto o pagamento do restante por subscrição pública. No entanto, dissolvida a Câmara por razões políticas quatro meses depois (sequelas também da malograda revolta republicana de 31 de Janeiro), Patena não chegaria a receber o dinheiro, razão que terá estado na origem da sua ruptura financeira. Mas isso já é outra história.

De então para cá, nos bons e nos maus momentos, a corporação dos Bombeiros Voluntários de Vila Real e Cruz Verde foi sempre uma presença constante e um elemento indispensável na vida da comunidade, como também se vê através destas imagens.

Até 28 de Fevereiro de 2011, a exposição estará aberta ao público, todos os dias, no horário de funcionamento do Museu, entre as 14h00 e as 24h00. A entrada é gratuita.