sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Ciclo de cinema alemão

“Alemanha, 1989-2009: 20 Anos da Queda do Muro”

Nos vinte anos da queda do Muro de Berlim, o Museu do Som e da Imagem e o Departamento de Letras, Artes e Comunicação da UTAD co-organizam um pequeno ciclo de cinema evocativo da efeméride.

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9, segunda, 22h00, Pequeno Auditório
“As Vidas dos Outros”
Realização: Florian Henckel von Donnersmarck
Ano: 2006 Classificação: M/12
Duração: 133 min. Género: Drama País de origem: Alemanha Interpretação: Martina Gedeck, Ulrich Mühe, Sebastian Koch

10, terça, 22h00, Pequeno Auditório
“Igreja de S. Nicolau”
Realização: Frank Beyer
Ano: 1995 Classificação: M/12
Duração: 138 min. Género: Drama
País de origem: Alemanha / França Interpretação: Barbara Auer, Ulrich Matthes, Annemone Haase.

11, quarta, 22h00, Pequeno Auditório
“Adeus, Lenine!”
Realização: Wolfgang Becker
Ano: 2003 Classificação: M/12
Duração: 121 min. Género: Comédia dramática País de origem: Alemanha
Interpretação: Daniel Brühl, Katrin Saß, Maria Simon

sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

Cinema sem Pipocas

Segunda-feira, 26 de Outubro, às 22h00, no Pequeno Auditório do Teatro de Vila Real, o Museu do Som e da Imagem promove mais uma sessão do ciclo CINEMA SEM PIPOCAS.

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FOME

Realização: Steve McQueen
Ano: 2008
Classificação: M/16
Duração: 96 min.
Género: Drama
País de origem: Inglaterra e Irlanda
Interpretação: Michael Fassbender, Stuart Graham, Helena Bereen, Brian Milligan

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Telefone AEP

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Marca: AEP [Automática Eléctrica Portuguesa]
País de origem: PORTUGAL
Data: c. 1955
Inventário: MSI-P0028

sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

Cinema sem Pipocas

Segunda-feira, 12 de Outubro, às 22h00, no Pequeno Auditório do Teatro de Vila Real, o Museu do Som e da Imagem promove mais uma sessão do ciclo CINEMA SEM PIPOCAS.


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MILK

Realização: Gus Van Sant
Ano: 2008
Classificação: M/16
Duração: 128 min.
Género: Drama
País de origem: EUA
Interpretação: Sean Penn, Emile Hirsch, Josh Brolin, James Franco

quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

O Museu fora de portas

Entre os dias 23 de Setembro e 7 de Outubro de 2009, o Museu do Som e da Imagem promove no Centro Comercial Dolce Vita Douro a exposição Douro Jazz 2007 – Retrospectiva, com fotografias de David Araújo, uma iniciativa inserida no projecto O Museu fora de portas.

David Araújo nasceu em Mondim de Basto, em 1978. Integra os quadros da RTP enquanto repórter de imagem. Paralelamente, colabora com outros órgãos de comunicação na área do fotojornalismo. Realizou trabalhos fotográficos no âmbito do Funchal Jazz, do Matosinhos Jazz e de outros eventos musicais.

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quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Televisor Mediator

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Marca: MEDIATOR
Modelo: MD48T014A/03
País de origem: SUIÇA
Data: c. 1965
Doação: Maria de Lurdes Ferreira da Silva
Inventário: MSI-P0024

quarta-feira, 26 de Agosto de 2009

Televisor Nordmende Cabinet 15


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Marca: NORDMENDE
Modelo: CABINET 15
País de origem: ALEMANHA
Data: 1964
Inventário: MSI-P0019

terça-feira, 25 de Agosto de 2009

Televisor Siera

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Marca: SIERA
Modelo: SA43T192A/01
País de origem: BÉLGICA
Data: 1959
Inventário: MSI-P0017

sábado, 8 de Agosto de 2009

Museu do Som e da Imagem na RTP

segunda-feira, 3 de Agosto de 2009

Cinco décadas de televisores em Portugal


Até ao dia 31 de Outubro, está patente no Museu do Som e da Imagem a exposição Cinco décadas de televisores em Portugal, que reúne diversos aparelhos receptores de televisão provenientes das reservas do Museu e de algumas instituições e coleccionadores particulares.

O aparelho mais antigo em exibição data justamente de 1956, o ano em que começaram as emissões experimentais em Lisboa, num perímetro reduzido à volta da Feira Popular. Em exposição estão também aparelhos de 1958, o ano em que as imagens televisivas chegaram a Vila Real, neste caso cedidos pela União Artística Vila-Realense e pelos Bombeiros Voluntários da Cruz Verde. Paralelamente, a mostra procura traçar uma panorâmica sobre a evolução tecnológica nesta área, ao longo das últimas cinco décadas, apresentando ao público aparelhos muito diversos, entre modelos do tipo cabinet, modelos portáteis e modelos que combinavam o televisor com a rádio (ou mesmo o gira-discos).

Como habitualmente, esta exposição mantém-se aberta ao público todos os dias, no horário de funcionamento do Museu do Som e da Imagem, entre as 14h00 e as 24h00. A entrada é gratuita.

quarta-feira, 22 de Julho de 2009

Cargaleiro: Obra Gravada

Cadernos do Museu do Som e da Imagem (n.º 4)

Cargaleiro: Obra Gravada
Com 32 reproduções de obras de Manuel Cargaleiro
5 €

segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Televisor Philips Leonardo As-Luxus

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Marca: PHILIPS
Modelo: LEONARDO AS-LUXUS
País de origem: HOLANDA
Data: 1963
Inventário: MSI-P0016

quarta-feira, 8 de Julho de 2009

O Museu fora de portas

Entre os dias 8 e 21 de Julho de 2009, o Museu do Som e da Imagem promove no Centro Comercial Dolce Vita Douro a exposição Ciclismo em Vila Real: memória fotográfica, uma iniciativa inserida no projecto O Museu fora de portas.



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segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Máquina fotográfica de fole Zeiss Ikon Cocarette


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Marca: ZEISS IKON
Modelo: COCARETTE
País de origem: ALEMANHA
Data: 1926
Doação: António Duarte Pereira Lopes de Carvalho
Inventário: MSI-P0025

sábado, 4 de Julho de 2009

Televisor, rádio e gira-discos Nordmende


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Marca: NORDMENDE
Modelo: KOMMODORE 57
País de origem: ALEMANHA
Data: 1956
Inventário: MSI-P0012

quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Restauro de peças nas oficinas


Projector de 8 mm Bolex Paillard 18-5


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Marca: BOLEX PAILLARD
Modelo: 18-5
País de origem: SUÍÇA
Data: 1960
Inventário: MSI-P0009

Ciclismo em Vila Real


Cadernos do Museu do Som e da Imagem (n.º 3)

Ciclismo em Vila Real: Memória Fotográfica
Com 33 fotografias
4 €

Em meados do século XX, o ciclismo em Portugal era já um desporto com tantos praticantes e adeptos que a sua popularidade apenas se via superada pela do futebol. Para essa popularidade muito contribuíra a Volta a Portugal em Bicicleta, organizada desde 1927 com relativa regularidade, primeiro pelo jornal portuense Sporting, depois por outros órgãos de comunicação social, como o Diário de Notícias, Os Sports ou o Mundo Desportivo, e, já em 1948, pela própria Federação Portuguesa de Ciclismo. Nas décadas seguintes outras instituições viriam também a ficar ligadas à organização da principal prova ciclista portuguesa, com destaque para o Jornal de Notícias.

Em 1932, decorria a terceira edição da Volta, Vila Real recebe pela primeira vez o final de uma etapa desta importante competição. Essa etapa vem a ser ganha por Alfredo Trindade (na categoria de fortes) e por José A. Perna (na categoria de fracos), com o primeiro a percorrer a distância entre Viseu e Vila Real em quatro horas e 55 minutos.

A invenção da bicicleta ocorrera na segunda metade do século XIX. Em pouco tempo, tornara-se não só um meio de lazer, mas sobretudo um meio de transporte cómodo e económico. De resto, uma das primeiras fotografias que sobre o tema se conhece em Vila Real foi feita em 2 de Agosto de 1898, pelo fotógrafo amador António Lopes Martins. Retrata Else Biel, filha do industrial Emílio Biel, passeando de bicicleta pela então Praça Lopo Vaz (actual Avenida Carvalho Araújo).
As excursões ciclistas a Trás-os-Montes, naturalmente com passagem por Vila Real, iniciam-se também ainda nos últimos anos do século XIX. Um pouco mais tarde, em 1912, integram-se pela primeira vez corridas de bicicletas no programa das Festas de Santo António. E dois anos depois funda-se o Sport Club Vila-Realense, que entre as modalidades praticadas incluía justamente o ciclismo. Seria a primeira de diversas colectividades com vocação idêntica. Na década de 1930, começa a organizar-se o Circuito Ciclista de Vila Real, numa tradição que, com alguma regularidade, vai estender-se por mais de vinte anos.

Estas e outras provas (incluindo por exemplo os grandes prémios organizados pelo Futebol Clube do Porto, com passagem também por Vila Real) consolidam gradualmente a popularidade deste desporto entre os vila-realenses.

É disto que pretende dar conta a memória fotográfica que aqui se reúne, num intervalo que vai da década de 1890 à década de 1960.

sábado, 20 de Junho de 2009

Gravador Grundig TK 400


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Marca: GRUNDIG
Modelo: TK 400
País de origem: REINO UNIDO
Data: 1965
Doação: António Pereira de Matos
Inventário: MSI-P0008

segunda-feira, 15 de Junho de 2009

A Avenida de Marius


Cadernos do Museu do Som e da Imagem (n.º 2)


A Avenida de Marius
Com 25 fotografias de Mário Rodrigues da Silva
4 €

Mário Rodrigues da Silva (1905-1983) foi um dos mais importantes fotógrafos de sempre em Vila Real. A profunda relação que mantém ao longo da vida com a fotografia começa quando, ainda adolescente, seu pai lhe oferece uma máquina fotográfica adquirida durante uma viagem a França. Alfredo Rodrigues da Silva, o pai, era um comerciante de fazendas com loja aberta na Rua Central. E é nesse estabelecimento que, poucos anos depois, o jovem Mário cria um pequeno balcão onde recebe as primeiras encomendas fotográficas, na companhia de um irmão mais novo.

No início da década de 1930, construído um estúdio nas traseiras da loja de fazendas, a secção de fotografia autonomiza-se e recebe o nome de Foto Marius. Daí em diante, Marius é o nome artístico pelo qual passa a ser conhecido o fotógrafo Mário Rodrigues da Silva, que estenderá o seu principal período criativo até à década de 1970.

Mantendo-se sempre informado sobre as últimas evoluções técnicas, frequentando grandes feiras internacionais de fotografia, Marius é exigente em tudo o que se relaciona com o equipamento. Torna-se notável o seu domínio da luz, tanto em estúdio como na rua. A foto-reportagem, de resto, é uma das suas facetas mais interessantes, dada a conhecer com regularidade nas páginas de jornais como O Século, O Primeiro de Janeiro ou O Comércio do Porto.

Vila Real fica a dever a Marius, como importante documentalista que foi, algumas das suas melhores fotografias, assentes em temáticas diversas, como a Feira dos Pucarinhos ou os antigos tapetes de flores com que se decoravam as ruas por altura da Páscoa.

A Avenida Carvalho Araújo, que tantas vezes fotografou, serve de pretexto a esta edição. O conjunto que aqui se publica é constituído por fotografias da colecção da Foto Marius que, entretanto datadas, nos permitem acompanhar a evolução de Vila Real através da sua principal artéria, no terceiro quartel do século XX.

sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Cinema sem Pipocas

Segunda-feira, 8 de Junho, às 22h00, no Pequeno Auditório do Teatro de Vila Real, o Museu do Som e da Imagem promove mais uma sessão do ciclo CINEMA SEM PIPOCAS.

BEM-VINDO AO NORTE

Realização: Dany Boon

Ano: 2008

Classificação: M/6

Duração: 106 min.

Género: Comédia

País de origem: França

Interpretação: Kad Merad, Dany Boon, Zoé Félix

Philippe é director dos correios de Salon-de-Provence. É casado com Julie, que lhe faz a vida negra. Por isso, tenta conseguir uma transferência para a Côte d'Azur, mas acaba por ir parar a uma pequena aldeia no Norte. E para os sulistas o Norte é o horror. Mas Philippe acaba por surpreender-se e descobre um local acolhedor, com pessoas simpáticas. No entanto, Julie recusa-se a acreditar e Philippe, para não a aturar mais, acaba por mentir-lhe e defender que o Norte é um Inferno. "Bem-vindo ao Norte" foi um sucesso de bilheteira em França.

Bilhetes: 5 euros (preço normal) e 3,5 euros (<25,>65 e estudantes).

Gramofone Victor-Victrola VV 2-55


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Marca: VICTOR-VICTROLA
Modelo: VV 2-55
País de origem: ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
Data: 1929
Doação: Carlos Manuel Moutinho Amorim e Silva
Inventário: MSI-P0005

Nos 50 Anos da Televisão em Portugal


Cadernos do Museu do Som e da Imagem (n.º 1)

Quando Tudo Começou: nos 50 Anos da Televisão em Portugal
Texto de António Barreto, com nove fotografias da década de 1950
4 €

«Como em tudo na vida, também a data verdadeira de início da televisão em Portugal é objecto de discussão. Para uns, foi em Setembro de 1956, quando, num perímetro reduzido à volta da Feira Popular, começaram as emissões experimentais em Lisboa. Ou em Dezembro do mesmo ano, com o segundo ciclo de experiências alargadas à cidade e arredores. Para outros, terá sido a 7 Março de 1957, data oficial das primeiras emissões “a valer”, com as grandes áreas de Lisboa e Porto já abrangidas. Mas ainda há a data legal, a da aprovação do decreto-lei que cria a RTP, em 1955. Assim como a de uma experiência feita no Porto, em 1956, por empresa comercial. Ou, finalmente, a data de chegada das imagens à minha terra, esta sim, efeméride real para tantos portugueses. É a data que eu prefiro. Foi em 1958.»

quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Rádio receptor Emerson 101U


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Marca: EMERSON
Modelo: 101U
País de origem: ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA
Data: 1935
Doação: Carlos Alberto da Silva Machado
Inventário: MSI-P0006

segunda-feira, 25 de Maio de 2009

Cinema sem Pipocas

Segunda-feira, 25 de Maio, às 22h00, no Pequeno Auditório do Teatro de Vila Real, o Museu do Som e da Imagem promove mais uma sessão do ciclo CINEMA SEM PIPOCAS.

ANTES QUE O DIABO SAIBA QUE MORRESTE

Realização: Sidney Lumet
Ano: 2007
Classificação: M/12
Duração: 117 min.
Género: Drama, Thriller
País de origem: EUA / Inglaterra
Interpretação: Philip Seymour Hoffman, Ethan Hawke, Albert Finney

Manhã de sábado nos arredores de Nova Iorque. Tudo parece normal na vida da família Hanson. Charles, o pai, passou no exame de condução, enquanto que Nanette, a mulher, abriu uma joalharia. Andy, o filho mais velho, está preocupado com uma inspecção das finanças marcada para segunda-feira. E Hank está, para variar, cheio de problemas económicos. Mas às 7h58 da manhã tudo vai mudar na vida dos Hanson. O título original do filme inspira-se num provérbio irlandês que diz "Que chegues ao céu meia hora antes de o Diabo saber que morreste".

Bilhetes: 5 euros (preço normal) e 3,5 euros (<25,>65 e estudantes).

Manuel Cargaleiro no Museu do Som e da Imagem

Inaugurada no dia 1 de Maio, está patente até 31 de Julho a exposição Cargaleiro – Obra Gravada. A abertura desta mostra, que reúne serigrafias, litografias e xilogravuras, contou com a presença do Artista. Paralelamente, foi lançada mais uma edição dos Cadernos do Museu do Som e da Imagem, enquadrando justamente as obras de Manuel Cargaleiro que dão corpo à exposição.


Nascido no concelho de Vila Velha de Ródão, em 1927, Manuel Cargaleiro é um dos mais conceituados pintores e ceramistas portugueses. Em 1949, participou no Primeiro Salão de Cerâmica organizado por António Ferro em Lisboa e, em 1952, realizou a primeira exposição individual de cerâmica organizada pelo então Secretariado Nacional de Informação. Foi professor de cerâmica na Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa. Em 1957 fixou residência em Paris, onde está representado em permanência na Galeria Albert Loeb, mas a partir do último quartel do século XX passou a trabalhar quer em França quer em Lisboa e Monte da Caparica. Em 1990, criou em Lisboa a Fundação Manuel Cargaleiro, à qual doou um vasto conjunto das suas obras e a colecção constituída por objectos de várias temáticas. Possui um atelier na Fábrica Viúva Lamego, em Sintra, e, desde 1999, em Vietri sul Mare (Itália), onde em 2004 foi inaugurado o Museo Artistico-Industriale Manuel Cargaleiro. A sua obra dispersa-se pela cerâmica, pintura, gravura, guache, tapeçaria e desenho, tendo executado painéis cerâmicos para locais tão diversos como o Jardim Municipal de Almada, a fachada da Igreja de Moscavide, a fachada do Instituto Franco-Português de Lisboa ou a Estação do Metro de Champs Elysées-Clémenceau, em Paris.

Como se disse, esta exposição mantém-se aberta ao público até 31 de Julho, todos os dias, no horário de funcionamento do Museu, entre as 14h00 e as 24h00. A entrada é gratuita.

A Cadeira do Barbeiro

Atelier de Estudo do Meio e Fotografia
Aprender a fotografar brincando

Público-alvo: Jardins de Infância e 1.º Ciclo do Ensino Básico

Máximo de participantes: 25

Duracção aprox.: 60 min.

Sessões às quartas-feiras, às 10h30, até 24 de Junho.

Entrada gratuita, mediante marcação prévia.

Museu do Som e da Imagem

Integrado na rede de museus do Município de Vila Real, o Museu do Som e da Imagem nasceu da necessidade de preservar o importante acervo do antigo Teatro Avenida, na posse da Autarquia desde 1999. A este núcleo inicial juntaram-se entretanto numerosas peças adquiridas, bem como peças doadas ou depositadas por diversas instituições e coleccionadores particulares.

O discurso museológico distribui-se por sete salas (com várias secções interactivas), dedicadas sucessivamente ao primeiro Teatro de Vila Real (de 1846), ao Teatro-Circo (de 1892), ao Teatro Avenida (de 1930), à história da fotografia, à história do cinema e a exposições temporárias.

Paralelamente, o Museu do Som e da Imagem tem em funcionamento um serviço educativo e um arquivo audiovisual, e desenvolve regularmente diversas iniciativas no âmbito da sua programação complementar, desde a edição de publicações à exibição de cinema e ao acolhimento de projectos artísticos contemporâneos.